PREVENÇÃO PARA A VIDA


A Saúde e Segurança deve ser vista como um meio de vida e não apenas como uma exigência leal que não pode ser desobedecida


A cultura prevencionista está fortemente enraizada nos aspectos negativos. É a quantidade de acidentes que a empresa registrou; é o trabalhador que foi desatento e provou o acidente; são os gastos que terão de ser feitos para que a empresa não seja multada.

Se, ao contrário disso, ajustarmos o foco de prevenção para os resultados positivos talvez essa tarefa se torne menos árdua. Especialistas e profissionais estão experimentando uma maneira diferente de lidar com a Saúde e Segurança, e garantem que está dando certo.

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HISTÓRIAS DE VIDA


O que você sabe pode ser marcante para muita gente

Relate um caso envolvendo sua ativi-
dade profissional que tenha acontecido
com você ou com um colega. O impor-
tante é que seja verdadeiro e que o
tema central envolva algum aspecto
ligado à Segurança e/ou Saúde no
Trabalho. SAIBA MAIS.

Conheça a primeira História de Vida
publicada na edição de junho da
Revista Proteção. CLIQUE AQUI.

100 MIL VIDAS SALVAS

Na década de 70, período em que iniciou a impantação das políticas de Saúde Ocupacional no Brasil, morriam 29 trabalhadores a cada grupo de 100 mil em decorrência de acidentes de trabalho.

Com a adoção das práticas de SST, fiscalização do Estado e aprimoramento profissional, o número de mortes reduziu-se para 9 a cada 100 mil na última década (2000 - 2008), somando 147.510 óbitos em 28 anos.

Agora se nada fosse feito, e a realidade de três décadas se mantivesse ainda hoje, teriam morrido mais de 248 mil trabalhadores.


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